(+18) Conto Erótico: O Garçom do Chupão no Pescoço

10/01/22

        Meu nome é Alexandre, 28, e a história que eu vou contar agora aconteceu comigo. Era um sábado à noite e eu havia sido convidado para a comemoração de aniversário de uma amiga em um restaurante da minha cidade. Até aí, nada demais. Eu estava quieto, na minha, não conhecia nenhum dos convidados, exceto pela própria aniversariante. Fiquei mexendo no celular, até que veio o garçom para anotar o pedido.

        Magro, alto, de olhos castanhos escuros, cabelo curto descolorido e cara de novinho malandro. Tinha bíceps torneados e em seus antebraços saltavam enormes veias que conduziam às suas grandes e viris mãos. Sua voz era grossa e masculina e através do seu uniforme justo, era possível ver o contorno dos músculos. Arrepiei dos pés à cabeça. Aquele era o tipo de macho que fazia o meu coração bater mais rápido e o meu cuzinho piscar. Olhei discretamente para ele quando fui fazer o pedido, mas nada que chamasse atenção. Foi neste momento que eu reparei que em seu pescoço, havia um chupão. Sim, ele havia ido trabalhar todo cheio de marcas. Logo pensei: "Ih, deve ser casado". Fiquei com inveja da mina que devia ter feito isso a ele e deixei para lá. Ele enviou o nosso pedido e se retirou dali.

        Bom... "Deixei para lá" até ali, porque toda vez que ele vinha servir alguma mesa próxima da gente, eu o ficava observando tão discretamente quanto possível. Nossa, que gato. Alto, magro e gostoso. Era o tipo dos meus sonhos. Mal sabia eu que aquela história estava apenas começando.

        A comida estava boa, o papo estava legal e eu nem percebi o tempo passar. Praticamente todos os convidados já haviam ido embora, só havia ficado a minha amiga e eu. Dei um abraço nela, me despedi e, neste momento, antes de deixar o estabelecimento, resolvi ir ao banheiro, pois estava apertado depois de tanto beber cerveja.

        Chegando ao banheiro, com quem eu me deparei? Sim, o dito-cujo Garçom do Chupão no Pescoço! O banheiro estava vazio, só estávamos eu e ele ali. Ele estava no mictório, e acredite ou não, eu espiei de relance, discretamente, e percebi que a jeba dele estava dura. Dura pra cacete! Ela era enorme, e tal como seus braços, era cheia de veias pulsantes e carnudas, e ele dava tapinhas na sua mão direita com ela.

        Neste momento, ele percebeu que eu estava olhando, estampou um sorriso safado no rosto, mordendo levemente os lábios inferiores e na sequência, disse:

       — Eu vi você me olhando quando eu fui fazer o pedido. Era isso o que você queria? Me ver pelado? — Ele deu uma risadinha e então continuou: — Os seus olhos não mentem.

        Fiquei sem reação. Ele estava me confrontando ou dando em cima de mim?

       — Eu amo quando uma putinha fica me encarando.

        Então, com sua mão esquerda, ele gesticulou para eu me ajoelhar, e neste momento, meus instintos de vagabunda me fizeram cair de boca naquele enorme e suculento pau. Quando eu percebi, já estava com os joelhos dobrados em frente ao mictório, sugando aquela rola suada e pentelhuda, dura como pedra. Eu nunca havia feito nada assim antes, em um local público. Mas ver aquele macho me chamando daquele jeito, com aquela voz gostosa e aquele pirocão de uns 20 centímetros pulsando na minha frente me pegou de jeito.

        Ele apertou minha cabeça contra o pau dele enquanto eu o chupava e eu engoli até as bolas. Chegou a escorrer uma lágrima do meu olho, mas foi uma lágrima de felicidade. Aquele macho era voraz. Ele metia o pau na minha boca como se estivesse fodendo um cuzinho. Era gostoso demais.

        Não demorou muito e ele me levou para dentro da única cabine que tinha no banheiro masculino. Trancamos a porta e ficamos mais reservados, embora eu ainda estivesse nervoso porque havia uma abertura na porta através da qual era possível enxergar os nossos pés, de fora. Mas qualquer preocupação que eu tinha se foi quando o garçom gostoso me empurrou contra a parede, com força, prensando-me e dando-me um beijo com pegada, que eu jamais vou me esquecer. Ele colocou suas mãos gigantes em torno da minha cintura e me apertou com o corpo dele roçando contra o meu. Ele era cheiroso, estava usando uma fragrância muito boa, mas o cheiro que mais me atraía era o seu perfume natural de macho. Isso mesmo: de tanto trabalhar, ele estava começando a ficar com um leve odor nas axilas peludas, e quando aquele macho ficou em cima de mim, não teve como não sentir. Babei. Era mais gostoso assim.

        A boca do garçom era macia como um veludo, molinha e úmida. Ele beijava muito, muito bem e eu poderia ficar por horas só nesses amassos, mas quando eu percebi, ele já estava abrindo o meu zíper. Ele então desceu e começou a mamar a cabecinha da minha piroca. Puta que pariu. Eu nunca havia sentido nada assim antes. Ele era um mestre na arte da felação e eu, já todo babado, achei que gozaria logo se ele continuasse me chupando daquele jeito. Pedi para ele parar. Ele parou, olhou nos meus olhos e perguntou se estava ruim. Eu disse que não, de jeito nenhum, só que eu queria outra coisa. Não precisei dizer duas vezes. Ele se levantou, me pegou com toda a sua virilidade e me virou de costas, baixando minhas calças e deixando o meu cuzinho depilado à mostra. Mesmo sendo novinho, ele era um cara de atitude, do jeito que eu gostava. Ele deu um tapão na minha bunda que chegou a deixá-la vermelha, então cuspiu na própria mão e introduziu o dedo do meio no orifício.

        — Era isso que você queria? — Ele me perguntou. E eu, é claro, não só respondi que sim, como também disse para me foder gostoso. Ele nem pensou duas vezes. Retirou a mão do meu cuzinho, cuspiu nela novamente e passou a baba na cabeçona do seu pau, para lubrificar.

        Eu senti ele introduzindo o membro dentro de mim com carinho, devagar e sem machucar. Não havia nada que me deixasse com mais tesão do que um homem gentil e cavalheiro. Aos poucos, ele foi empurrando, até que eu senti que todos os 20 cm de rola tinham entrado. Gemi gostoso, sem sentir dor e disse para ele começar.

        O vai e vem foi maravilhoso. Sentir aquele macho entrando e saindo de mim enquanto puxava meus cabelos com uma mão e segurava a minha bundinha com a outra era maravilhoso. Eu meio que estava de quatro dentro daquela cabine e ele socava com cada vez mais velocidade, empurrando tudo para dentro numa explosão de prazer extra proporcionada pela sensação de perigo iminente, de sermos pegos fazendo atos indevidos naquele local. Mas nada disso aconteceu, ele continuou esfregando aquele pau dentro de mim cada vez mais rápido, de modo que o seu saco começou a bater na minha bunda e fazer barulho enquanto ele me fodia gostoso.

        Lá pelas tantas, ele se sentou no vaso e eu fui para cima dele, cavalgando sem parar naquela rola gostosa. Foi então que, de frente para ele, eu tive acesso ao seu pescoço. Essa era a minha chance de também deixar uma marca naquele safado. Tomei atitude. Chupei o desgraçado, enquanto eu rebolava na piroca dele, e ele gemia de prazer. Pronto. Eu o havia carimbado. Agora aquele macho havia passado oficialmente pelas minhas mãos.

        Então, ele disse que estava ficando perto e eu, como boa puta que sou, disse para ele gozar dentro, porque eu queria leitinho quente. Assim, ele começou a meter com fúria, até que de repente parou, com o pau no fundo do meu cuzinho. Seu rosto estava vermelho e as veias no seu pescoço ficaram nítidas. O saco dele começou a pulsar e ele a se contorcer, gemendo de prazer, com os dentes cerrados, para ninguém ouvir. Sim, aquele pau latejante estava depositando leite no meu cú. Foi a melhor sensação do mundo. Eu sentia cada jato de porra lavando minhas paredes por dentro, enquanto ele fazia o vai e vem agora devagar, se contorcendo.

       Enquanto isso, eu que estava na punheta, soltei meu leitinho na barriga magra do macho, todo suado e trêmulo de medo e excitação. Ele deu um tapinha na minha bunda, eu me levantei e o pau dele ainda duro começou a escorregar para fora de mim, junto com toda a porra que ele havia depositado no meu cuzinho. Se eu o havia marcado com mais um chupão no pescoço, ele me marcou com o seu leite grosso e quente, que agora espumava para fora, pingando em suas pernas, no chão, por tudo.

        Ele se levantou, se limpou com um papel higiênico, vestiu suas roupas depressa e antes de sair, me disse:

        — Eu sou o dono.

        Eu fiquei sem entender. Ele era o que? Dono do meu cú? Porque se fosse isso, eu com certeza aceitaria tal alcunha. Mas não.

        — O dono do restaurante sou eu.

        E então, saiu, deixando-me para trás todo cheio de porra e com a cabeça nas nuvens. Eu não sabia o nome dele, não sabia nada sobre ele, mas senti uma forte conexão com o homem. Algo que só o sexo é capaz de proporcionar. Uma ligação carnal.

        Quando deixei o restaurante, ele estava limpando umas mesas. O estabelecimento já estava para fechar. Paguei a minha conta e fui embora, pensando com os meus botões: Será que aqueles chupões no pescoço eram de outros clientes que ele levava para o banheiro e comido durante o expediente? Fiquei intrigado, mas deixei para lá, eu queria mesmo era ficar pensando na nossa foda, que foi incrível. Foi então que, saindo da porta do restaurante, eu coloquei a mão no bolso da minha bermuda e senti alguma coisa que antes não estava lá. Era um papel. Eu o abri com cuidado, era uma comanda do restaurante e no verso, havia um número de telefone. Olhei para trás e o dito-cujo estava olhando para mim, me encarando enquanto eu deixava o local. Neste momento, ele piscou para mim e então eu passei a comer regularmente naquele estabelecimento, até os dias de hoje, sempre me encontrando às escondidas naquele banheiro e a cada vez que o fazia, eu deixava uma nova marca no pescoço daquele macho.


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